
Lisa Sereno + Vitória Vermelho
quinta-feira, 1 de outubro de 2026 · 22:00RCA - Radioclube Agramonte / Espaço Agra · Porto
Descrição
Concerto duplo No seu álbum de estreia, Belonging , Lisa Sereno exibe a sua voz onírica e desvela um mundo repleto de emoções imersas numa atmosfera musical pop-folk. Belonging explora a necessidade de pertencer, é um luto pelas experiências em que nos perdemos ao tentar moldar-nos a lugares, situações ou pessoas a que não pertencemos. É sobre a busca de um lugar que se sente como casa e nos acolhe incondicionalmente e, a materialização destas canções, sobre aceitar que esse mesmo lugar existe dentro de nós. Vitória Vermelho é o nome artístico de Francisca Oliveira e resulta da fusão do seu nome favorito e um sobrenome que foi deixado para trás pela sua avó. Francisca fez as suas primeiras atuações com a escola de Jazz do Porto e em 2021/2022 participou no programa The Voice. Em 2023, desponta na cena musical portuense enquanto Vitória Vermelho tendo já acumulado concertos em Paris, Porto e Lisboa onde apresentou temas do seu álbum de estreia. Homónimo é fruto da junção de canções escritas ao longo do período formativo da artista como forma de terapia. Em 2019 escreve Always e as canções continuam a surgir até 2024. Vitória Vermelho é a voz por onde Francisca Oliveira partilha livremente as suas ânsias e desejos. Daí, nasce uma personagem musical intensa, cheia de emoções à flor da pele. As músicas acolhem, o momento que se proporciona é de partilha e de conversa, abordando as mais variadas sensações. A multiplicidade de emoções e de tonalidades que se encontra no álbum, torna a identidade visual de Vitória Vermelho algo de difícil definição. O elo possível entre os temas será a sua vontade de partilha, assim, a ideia foi juntar 14 artistas a quem expor as canções, pedir a cada um que as ouvisse e as interpretasse em forma de desenho. Foram criadas 8 composições gráficas, cada uma composta por 14 desenhos, que representam uma viagem pelo álbum. A criação final apresenta 14 leituras diferentes do álbum e o turbilhão característico dos momentos que as 8 canções retratam. Como consequência deste trabalho, o acto de manipular as imagens pelo desenho tornou-se a identidade visual da Vitória Vermelho exprimindo através da imagem, um desejo de controlo e um adornar constante do mundo ao seu redor.