
Montanha e Utopia, de Sara Barros Leitão
sexta-feira, 22 de janeiro de 2027 · O dia todoTeCA — Teatro Carlos Alberto · Porto
Descrição
Encenação a partir da obra homónima de Gonçalo M. Tavares A atenção do cidadão é aquilo que faz da Constituição a Constituição. Em Montanha e Utopia, a encenadora Sara Barros Leitão parte das palavras do escritor Gonçalo M. Tavares para acender perguntas na cabeça dos cidadãos votantes e quase votantes. O que é a Constituição? O que é a lei fundamental de um país? Que texto é este que a todos une, mesmo quando este todos é tão diverso entre si? Diz a Constituição Portuguesa que todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei. O autor, por sua vez, diz: “A Constituição de um país é uma linha reta que, mesmo de noite, é visível e ilumina o caminho dos muitos e dos poucos: dos muitos e do um sozinho”. Será uma Constituição inamovível como uma montanha, quando a sua condição essencial é perseguir a utopia?